Numa tarde de primavera, quando a
pequena e gentil Abelha estava a colher delicadamente o néctar das plantas e a
aproveitar o calor dos raios de sol em frente à sua colmeia, apareceu uma
borboleta. Era grande, colorida e muito elegante e perguntou à Abelha que
riscas eram aquelas…nada bonitas!
A dona Abelha que não gostava de confusões, ignorou-a, mas veio-se
embora muito triste e ofendida.
Quando chegou a casa, dentro da sua aconchegante colmeia começou a
pensar numa forma de fazer perceber à borboleta, que apesar de ser diferente,
também tinha a sua beleza.
A Borboleta tinha de perceber, que apesar das diferenças todos têm que
ser respeitados.
Então na manhã seguinte, quando a dona Abelha encontrou a senhora
Borboleta, propôs-lhe então que um dia podiam marcar um jantar bem bonito e a
condição era que tinham de trazer uma roupa bem bonita e moderna.
E assim no dia seguinte, há hora de jantar a dona Borboleta vinha com
uma asas quentes, mas a dona Abelha tinha umas peças de roupa esquisitíssimas.
A dona Borboleta estranhou, porque tinham fito um acordo, e perguntou à
dona Abelha afina o que tinha acontecido.
Mas prontamente a dona Abelha respondeu que aquela era a ultima moda.
No jantar seguinte a dona Borboleta muito vaidosa levou umas roupas
semelhantes, mas eram tão feias que todos riram à gargalhada.
A dona
Abelha exclamou “ Quem semeia ventos, colhe tempestades”.
Vitória Mindu